O vereador Junior Coringa esteve em Brasília ao lado de representantes das comunidades terapêuticas de Mato Grosso do Sul para participar do Encontro Nacional das Comunidades Terapêuticas – Pelo Direito de Acolher. A mobilização reuniu lideranças de todo o país em defesa do fortalecimento das políticas públicas voltadas ao acolhimento de pessoas em situação de dependência química e vulnerabilidade social.

A presença do parlamentar destacou o compromisso com a manutenção e o aprimoramento do modelo de atendimento prestado pelas comunidades terapêuticas, reforçando o diálogo institucional junto às autoridades federais.

Representaram o Estado no encontro:

  • Otoni Cesar Coelho de Sousa – Presidente da FESMACT
  • Samir Zayed – Presidente do Esquadrão da Vida
  • Carlos Thiago Nogueira Nantes – Responsável Técnico da Nova Criatura
  • Eliandro Simonetti – Presidente do Projeto Simão
  • Marli Aparecida Martins Mattos – Presidente do CADRI
  • Clerônio Nóbrega Silva – Presidente da Libertar
  • Milton Emílio de Souza – Assistente Social Jaboque

A programação incluiu mobilização nacional na Esplanada dos Ministérios, participação em agendas institucionais e debates no Fórum Nacional das Comunidades Terapêuticas, realizado na Câmara dos Deputados. Entre os temas discutidos estiveram o marco regulatório do setor, a permanência das comunidades terapêuticas na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e a construção de encaminhamentos estratégicos para garantir segurança jurídica e sustentabilidade às instituições.

Além da programação oficial, a comitiva também cumpriu agendas institucionais no gabinete do senador Nelsinho Trad e no gabinete do deputado federal Dagoberto Nogueira, onde foram apresentadas as demandas do setor e reforçada a importância do apoio legislativo para a manutenção e o fortalecimento das comunidades terapêuticas.

Pautas defendidas pela comitiva:

  • O direito de acolher com dignidade e respeito;
  • Regras claras e fiscalização responsável;
  • Integração das comunidades terapêuticas à rede de cuidado como porta complementar;
  • Políticas públicas que aprimorem o que já funciona, sem desmontar serviços;
  • Financiamento público com critérios técnicos, transparência e monitoramento;
  • Garantia do acolhimento voluntário, assegurando o direito de escolha da pessoa e da família;
  • Manutenção da Resolução nº 1/2015 do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (CONAD);
  • Permanência das comunidades terapêuticas na RAPS como entidades de promoção da saúde e atendimento extra-hospitalar.

Durante as articulações, Junior Coringa reforçou que o debate nacional precisa avançar com responsabilidade, diálogo e foco na dignidade humana, assegurando que as comunidades terapêuticas continuem desempenhando papel complementar e estruturante na rede de cuidado em todo o país.